A marca
A arte para o dia a dia, no corpo de quem a veste.
A Gabigal nasce da vontade de tirar a arte da parede e levá-la para o cotidiano. Cada peça é um suporte — camiseta, regata, meia — para obras autorais que vivem além da imagem: existem no toque, no movimento, no uso.

Manifesto
Para ser sentida, não só vista.
Transformamos peças do cotidiano em suportes que aproximam a arte do nosso dia a dia. Cada roupa leva um toque que não é só para ser visto: é para ser sentido e vivido.
As obras impressas, bordadas e desenhadas a mão carregam histórias — sentimentos silenciosos, encontros entre o estranho e o familiar, gritos contidos. Vesti-las é dar continuidade ao gesto.
01
Arte autoral
Cada estampa nasce de uma obra original em acrílico sobre papel, depois traduzida para o algodão.
02
Produção responsável
Pequenos lotes, costureiras parceiras no Brasil, algodão de origem rastreada.
03
Edições limitadas
Coleções pensadas como pequenas exposições. Quando esgota, esgotou.
Processo
Do papel para o corpo.
Tudo começa no estúdio — uma folha 300g e tinta acrílica. Quando a obra encontra seu rosto, ela passa pela seleção de tecido, pela escolha entre estampa ou bordado, pelo molde, pela prova.
No fim, a peça que chega até você não é só uma camiseta: é o silêncio do estúdio cortado em algodão, um instante da artista andando por aí no seu dia.

Sobre as Sócias
Gaby e Mag entram na Gabigal como extensão natural desse movimento. São elas que ajudam a expandir seus caminhos — trazendo novos olhares, organização e potência ao que antes era íntimo. Juntas, transformam a expressão individual em construção coletiva, conectando arte, corpo e presença com ainda mais força. Não apenas acompanham a marca, mas participam ativamente da sua evolução, fazendo da Gabigal um encontro vivo entre diferentes sensibilidades que caminham na mesma direção.

A artista
Sobre a artista Gabriela Galvão
A Gabigal nasce antes como gesto do que como marca.
Gabi começou a pintar em Paris, onde morou por 6 meses, transformando um interesse antigo em prática artística. Mais tarde, enfrentou um dos desafios centrais da arte: construir uma pesquisa e uma linguagem próprias — um processo que envolve tanto o que se deseja comunicar quanto o que se permite que o outro veja, já que a arte é, ao mesmo tempo, pessoal e coletiva.
Com o tempo, uma iconografia começou a se formar, mas a circulação das obras era limitada, restrita a espaços íntimos e afetivos.
A virada acontece quando surge a ideia de unir arte e vestuário: levar a obra para o corpo, para a rua, para o cotidiano. Transformar a pintura em algo que anda, circula e se relaciona.
A Gabigal nasce nesse encontro entre o íntimo e o público, entre obra e corpo, entre expressão pessoal e linguagem compartilhada. Não como produto — mas como movimento.
Breve síntese e sobre a marca
A proposta da marca é trazer a arte para o dia a dia de uma forma que vá além do pensamento e se conecte com o corpo. Transformando peças do cotidiano em suportes que aproximam a arte do nosso dia a dia. Assim, cada roupa leva um toque que não é só para ser visto, mas para ser sentido e vivido no dia a dia.
